domingo, 26 de setembro de 2010
Se-An Junior Fashion Day
Agradecemos a todos que estiveram presente no primeiro Se-An Junior Fashion Day!
sábado, 29 de maio de 2010
vaga de trabalho em Lorena São Paulo
Vaga de trabalho em Lorena na Se-An Junior, envie curriculo para erica@seanjunior.com.br
Especificações da vaga:
Trabalhar com:
e-commerce - loja virtual
vendas on-line (cadastramento de produtos e atendimento a clientes)
divulgaçao da empresa na internet (ferramentas de relacionamento, buscadores e empresas de mkt virutal)
conheça o site: www.seanjunior.com.br
pré requisitos:
digitação, conhecimentos basicos de internet, incluindo ferramentas de relacionamento (orkut, twitter, facebook, youtube).
Desejavel: conhecimentos em Photoshop
Faça o primeiro contato via e-mail (erica@seanjunior.com.br) conte um pouco sobre você, o que você faz, o que espera de sua vida profissional hoje e para daqui 5 anos, como ficou sabendo da vaga, por que ela ti interessou e outras informaçoes que julgar interessante para a empresa, enviei em anexo seu curriculo.
Especificações da vaga:
Trabalhar com:
e-commerce - loja virtual
vendas on-line (cadastramento de produtos e atendimento a clientes)
divulgaçao da empresa na internet (ferramentas de relacionamento, buscadores e empresas de mkt virutal)
conheça o site: www.seanjunior.com.br
pré requisitos:
digitação, conhecimentos basicos de internet, incluindo ferramentas de relacionamento (orkut, twitter, facebook, youtube).
Desejavel: conhecimentos em Photoshop
Faça o primeiro contato via e-mail (erica@seanjunior.com.br) conte um pouco sobre você, o que você faz, o que espera de sua vida profissional hoje e para daqui 5 anos, como ficou sabendo da vaga, por que ela ti interessou e outras informaçoes que julgar interessante para a empresa, enviei em anexo seu curriculo.
sábado, 22 de maio de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Comércio de Guaratinguetá
O comércio do centro de Guaratinguetá funciona nos seguintes horários:
de Segunda a Sexta Feira das 9h as 18:30h
Aos Sábados das 9h as 13:30h
A maior parte das lojas não abre aos Domingos e feriados.
Guaratinguetá é um importante centro de comércio e serviços da região do fundo do Vale do Paraíba, atraindo pessoas dos municípios vizinhos e do sul de Minas Gerais. É também, a segunda melhor economia e uma das maiores cidades da região com relação à população. Além disso, possui o melhor índice de distribuição de renda de sua região e baixos índices de criminalidade. Se destaca, também, por ser uma das mais industrializadas de sua região, e por ter sido pioneira nessa atividade econômica. Ela abriga o maior complexo químico da América Latina, a BASF. Além das indústrias químicas, destacam-se na cidade as indústrias dos setores: têxtil, alimentício, de laticínios e de metal-mecânico. Apesar da indústria dar destaque à cidade, não é ela o setor econômico que mais emprega no município. O setor de comércio e serviços é o que gera a maior quantidade de empregos para a população.
Considerada a segunda cidade mais importante do Vale do Paraíba, Guaratinguetá abastece o comércio de sua microrregião administrativa e de todo fundo do vale. A cidade de Guaratinguetá, desde de o seu início, apresenta uma vocação comercial. Hoje, o comércio que antes era feito na beira de estrada, se modernizou com o passar dos anos. O setor de serviços também cresce na cidade, e pela qualidade dos serviços de saúde, educação, entre outros, Guaratinguetá é procurada por moradores de cidades vizinhas, como Aparecida e Potim. Algumas avenidas da cidade vivem o processo de comercialização, como é o caso da Avenida João Pessoa, e a Avenida Juscelino Kubitschek.
de Segunda a Sexta Feira das 9h as 18:30h
Aos Sábados das 9h as 13:30h
A maior parte das lojas não abre aos Domingos e feriados.
Guaratinguetá é um importante centro de comércio e serviços da região do fundo do Vale do Paraíba, atraindo pessoas dos municípios vizinhos e do sul de Minas Gerais. É também, a segunda melhor economia e uma das maiores cidades da região com relação à população. Além disso, possui o melhor índice de distribuição de renda de sua região e baixos índices de criminalidade. Se destaca, também, por ser uma das mais industrializadas de sua região, e por ter sido pioneira nessa atividade econômica. Ela abriga o maior complexo químico da América Latina, a BASF. Além das indústrias químicas, destacam-se na cidade as indústrias dos setores: têxtil, alimentício, de laticínios e de metal-mecânico. Apesar da indústria dar destaque à cidade, não é ela o setor econômico que mais emprega no município. O setor de comércio e serviços é o que gera a maior quantidade de empregos para a população.
Considerada a segunda cidade mais importante do Vale do Paraíba, Guaratinguetá abastece o comércio de sua microrregião administrativa e de todo fundo do vale. A cidade de Guaratinguetá, desde de o seu início, apresenta uma vocação comercial. Hoje, o comércio que antes era feito na beira de estrada, se modernizou com o passar dos anos. O setor de serviços também cresce na cidade, e pela qualidade dos serviços de saúde, educação, entre outros, Guaratinguetá é procurada por moradores de cidades vizinhas, como Aparecida e Potim. Algumas avenidas da cidade vivem o processo de comercialização, como é o caso da Avenida João Pessoa, e a Avenida Juscelino Kubitschek.
Marcadores:
Guaratinguetá
Historia da cidade de Guaratinguetá - São Paulo
Desde de o início de seu povoamento, em 1600, Guaratinguetá teve em seu território uma grande quantidade de garças que marcavam a paisagem.[12] Os índios dominavam as terras da cidade até a chegada dos brancos; estes chegam à cidade em 1628, através da doação a Jacques Félix e seus filhos, de terras no Vale do Paraíba. Em torno da antiga capela de Santo Antônio, hoje a Catedral do município, é que se desenvolveu a cidade de Guaratinguetá. No ano de 1651, foi elevada a Vila, pelo Capitão Domingos Luiz Leme.[12][13]
[editar] Século XVIII
Por sua localização, Guaratinguetá era ponto de passagem para Minas Gerais e para as vilas de Taubaté e São Paulo, além de ser ponto de partida para Parati. Durante as primeiras décadas do século XVIII, a cidade teve importante participação no ciclo do ouro em Minas Gerais. Foi o principal centro abastecedor do território mineiro, e para lá mandou vários bandeirantes, juntamente com os bandeirantes de Taubaté e de Pindamonhangaba. Nessa época a cidade recebeu uma Casa de Fundição de Ouro, que mais tarde foi transferida para Parati. A economia não era desenvolvida, e estava voltada para o comércio de beira de estrada.
Morgado de Mateus, Governador da Capitania na época, no ano de 1765 nomeou Guaratinguetá para ser sede do "Segundo Grupo de Infantaria" e do "Segundo Corpo de Dragões de Guaratinguetá e Vilas do Norte".
No século XVIII, também foi achada no Rio Paraíba a imagem de Nossa Senhora Aparecida, hoje Padroeira do Brasil. Em 1739, nasce em Guaratinguetá, Antônio Galvão de França, Frei Galvão, primeiro santo brasileiro. Neste século novos templos religiosos se ergueram na cidade como é o caso da "Igreja de Nossa Senhora do Rosário".
No final do século XVIII, Guaratinguetá perde uma grande parte de seu território, com a emancipação do município de Cunha. Ainda assim, a economia da cidade começa a se desenvolver, junto com o plantio da cana-de-açúcar e produção de açucar, que passa a ser a principal fonte de renda de Guaratinguetá. Por conseqüência, Guaratinguetá se tornou uma das principais vilas da Capitania de São Paulo.[12][13]
[editar] Século XIX
O café foi no século XIX, a principal atividade econômica da cidade, do Vale do Paraíba e Brasil, ocasionando o declínio dos engenhos de cana-de-açúcar. O desenvolvimento do café atinge em 1886, apenas em Guaratinguetá, 350 mil arrobas anuais. Junto com o progresso do café, vem o desenvolvimento econômico, político, social e urbano à vila, que em 1844 era elevada a categoria de cidade, e, logo depois, no ano de 1852 à categoria de comarca.[12]
A população da cidade aumentou com a vinda de escravos, que trabalhavam nas plantações. A cidade começou a viver um período de embelezamento com a iluminação das ruas através dos lampiões, e perto da igreja Matriz, foi instalado um gasômetro para a iluminação do templo.
Nessa época chegam a cidade as primeiras escolas para moças, e em 1858 é inaugurado o jornal "O Mosaico", tornando Guaratinguetá a primeira cidade do Vale do Paraíba a ter um jornal. O comércio teve grande desenvolvimento, trazendo mercadorias importadas da Europa para a cidade, mercadorias trazidas através do porto de Parati.
Por duas vezes a cidade foi visitada pela Família Imperial, em 1868 e em 1884. Em 1860, a cidade envia para a Guerra do Paraguai, voluntários da Pátria, Guardas Nacionais e escravos oferecidos a serviço de guerra.
Em 1869, Guaratinguetá recebe a Santa Casa de Misericórdia, regida na época pela Irmandade dos Passos, que também em 1855 tinha dado origem ao Cemitério dos Passos.
A estrada de Ferro é inaugurada na cidade em 1877, ligando Guaratinguetá à Corte do Rio de Janeiro e a São Paulo. Data da mesma época a criação de um Clube Republicano, junto à intensa atividade abolicionista.
Funda-se em 1882 o "Clube Literário de Guaratinguetá" e a "Banda Municipal da União Beneficente".
Com a abolição da escravatura, o município busca a colaboração estrangeira para o cultivo do solo. Em 1892 ocorre a instalação da "Colônia do Piaguí", com a integração de mão de obra de imigrantes italianos, austríacos, alemães, suecos, belgas, franceses e poloneses.
No final do século XIX, a cidade contava com duas agências consulares, uma da Itália e a outra de Portugal.
Nesta mesma época, ocorre a inauguração do "Teatro Carlos Gomes" (atual prédio da prefeitura), a construção da ponte metálica, que ligava a cidade ao bairro do Pedregulho, a inauguração do "Banco Popular", do "Mercado Municipal", inaugurado em 7 de novembro de 1889 com estilo arquitetônico de galeria clássica toscana.
,[27] da "Caixa d’Água" e da rede de esgoto urbano. Nessa mesma época, é fundado na cidade o primeiro Grupo Escolar, no "Edifício Doutor Flamínio Lessa".[12][13]
[editar] Século XX
O século XX inicia-se com o alteamento das torres da Catedral. Em 1901, é construída a "Igreja de Nossa Senhora da Piedade" no distrito de Roseira, que na ocasião fazia parte de Guaratinguetá.
No ano de 1902, ocorre a instalação da Escola Complementar e depois da Escola Normal, para a formação de professores. Nesta época também há a criação do "Ginásio Nogueira da Gama" e do seu internato. A Escola de Comércio, Escola de Farmácia e a de Odontologia, são fundadas na cidade. Com a abertura das escolas, principalmente, da Escola Normal, Guaratinguetá torna-se na época, um importante centro de cultura, pois atraía para a cidade estudantes e professores vindos de diversas regiões do estado e de Minas Gerais.[12]
A rede de energia elétrica é inaugurada na cidade, em 1905, e com isso é instalado uma linha de bonde elétrico, ligando Guaratinguetá até o seu antigo distrito de Aparecida. O bonde deixa de funcionar em 1952.
Por volta de 1915, são inauguradas na cidade mais duas casas de espetáculos, o "Parque Cinema" e o "Cine Homero Ottoni". Ocorre também a criação do "Cine Teatro Central", e a formação da "Associação Esportiva de Guaratinguetá" e a criação do "Clube de Regatas" (onde hoje é a Câmara Municipal), além de um Derby e um Jockey Clube.
No século XX, também ocorre o declínio da produção de café no Vale do Paraíba. A cultura cafeeira cede lugar à prática da agropecuária extensiva. Começa a pecuária leiteira no município, e em poucas décadas, Guaratinguetá se torna uma das maiores bacias leiteiras do Brasil.
No ano de 1928, Guaratinguetá perde os territórios de Aparecida e de Roseira, e no ano de 1991, perde seu último distrito, o de Potim.
O desenvolvimento da economia do município, fez com que surgissem na cidade as primeiras associações de classe, como a "Associação dos Empregados do Comércio", a "Associação Comercial e Industrial de Guaratinguetá", a "União Produtora de Laticínios", a "Cooperativa de Laticínios de Guaratinguetá", a "Associação Agro-Pecuária", além da fundação de uma loja maçônica e de uma caixa rural.
Museu Frei Galvão.
Em 1914, a cidade começa seu processo de industrialização, com a fundação da "Fábrica de Cobertores e Companhia de Fiação e Tecidos de Guaratinguetá". Seis anos depois, Monsenhor Filippo, funda a "União dos Operários Católicos", e ainda a "Sociedade Operária de Guaratinguetá".
A partir dos anos 50, atividade industrial cresce em Guaratinguetá com a abertura da Rodovia Presidente Dutra, em 1951 e com a chegada de famílias mineiras, vindas da Mantiqueira, as antigas propriedades rurais transformam-se em fazendas de pecuária.[28] No parque industrial da cidade, juntamente com as industrias de laticínios, de fiação e de tecelagem, desenvolvem-se indústrias de produtos químicos, de mecânica pesada, de papel, entre outras.
Na área educacional, chegam à cidade o SENAC "Nelson Antônio Mathídios dos Santos", a FATEC (Faculdade Tecnológica), ocorre a criação do "Museu Frei Galvão" e "Museu Rodrigues Alves".Também nesta década é criada a Escola de Especialistas de Aeronáutica, dando grande impulso à economia da cidade.
[editar] Século XXI
No início do século, com a canonização de Frei Galvão, em 2007, a atividade turística começa a aumentar no município.
[editar] Século XVIII
Por sua localização, Guaratinguetá era ponto de passagem para Minas Gerais e para as vilas de Taubaté e São Paulo, além de ser ponto de partida para Parati. Durante as primeiras décadas do século XVIII, a cidade teve importante participação no ciclo do ouro em Minas Gerais. Foi o principal centro abastecedor do território mineiro, e para lá mandou vários bandeirantes, juntamente com os bandeirantes de Taubaté e de Pindamonhangaba. Nessa época a cidade recebeu uma Casa de Fundição de Ouro, que mais tarde foi transferida para Parati. A economia não era desenvolvida, e estava voltada para o comércio de beira de estrada.
Morgado de Mateus, Governador da Capitania na época, no ano de 1765 nomeou Guaratinguetá para ser sede do "Segundo Grupo de Infantaria" e do "Segundo Corpo de Dragões de Guaratinguetá e Vilas do Norte".
No século XVIII, também foi achada no Rio Paraíba a imagem de Nossa Senhora Aparecida, hoje Padroeira do Brasil. Em 1739, nasce em Guaratinguetá, Antônio Galvão de França, Frei Galvão, primeiro santo brasileiro. Neste século novos templos religiosos se ergueram na cidade como é o caso da "Igreja de Nossa Senhora do Rosário".
No final do século XVIII, Guaratinguetá perde uma grande parte de seu território, com a emancipação do município de Cunha. Ainda assim, a economia da cidade começa a se desenvolver, junto com o plantio da cana-de-açúcar e produção de açucar, que passa a ser a principal fonte de renda de Guaratinguetá. Por conseqüência, Guaratinguetá se tornou uma das principais vilas da Capitania de São Paulo.[12][13]
[editar] Século XIX
O café foi no século XIX, a principal atividade econômica da cidade, do Vale do Paraíba e Brasil, ocasionando o declínio dos engenhos de cana-de-açúcar. O desenvolvimento do café atinge em 1886, apenas em Guaratinguetá, 350 mil arrobas anuais. Junto com o progresso do café, vem o desenvolvimento econômico, político, social e urbano à vila, que em 1844 era elevada a categoria de cidade, e, logo depois, no ano de 1852 à categoria de comarca.[12]
A população da cidade aumentou com a vinda de escravos, que trabalhavam nas plantações. A cidade começou a viver um período de embelezamento com a iluminação das ruas através dos lampiões, e perto da igreja Matriz, foi instalado um gasômetro para a iluminação do templo.
Nessa época chegam a cidade as primeiras escolas para moças, e em 1858 é inaugurado o jornal "O Mosaico", tornando Guaratinguetá a primeira cidade do Vale do Paraíba a ter um jornal. O comércio teve grande desenvolvimento, trazendo mercadorias importadas da Europa para a cidade, mercadorias trazidas através do porto de Parati.
Por duas vezes a cidade foi visitada pela Família Imperial, em 1868 e em 1884. Em 1860, a cidade envia para a Guerra do Paraguai, voluntários da Pátria, Guardas Nacionais e escravos oferecidos a serviço de guerra.
Em 1869, Guaratinguetá recebe a Santa Casa de Misericórdia, regida na época pela Irmandade dos Passos, que também em 1855 tinha dado origem ao Cemitério dos Passos.
A estrada de Ferro é inaugurada na cidade em 1877, ligando Guaratinguetá à Corte do Rio de Janeiro e a São Paulo. Data da mesma época a criação de um Clube Republicano, junto à intensa atividade abolicionista.
Funda-se em 1882 o "Clube Literário de Guaratinguetá" e a "Banda Municipal da União Beneficente".
Com a abolição da escravatura, o município busca a colaboração estrangeira para o cultivo do solo. Em 1892 ocorre a instalação da "Colônia do Piaguí", com a integração de mão de obra de imigrantes italianos, austríacos, alemães, suecos, belgas, franceses e poloneses.
No final do século XIX, a cidade contava com duas agências consulares, uma da Itália e a outra de Portugal.
Nesta mesma época, ocorre a inauguração do "Teatro Carlos Gomes" (atual prédio da prefeitura), a construção da ponte metálica, que ligava a cidade ao bairro do Pedregulho, a inauguração do "Banco Popular", do "Mercado Municipal", inaugurado em 7 de novembro de 1889 com estilo arquitetônico de galeria clássica toscana.
,[27] da "Caixa d’Água" e da rede de esgoto urbano. Nessa mesma época, é fundado na cidade o primeiro Grupo Escolar, no "Edifício Doutor Flamínio Lessa".[12][13]
[editar] Século XX
O século XX inicia-se com o alteamento das torres da Catedral. Em 1901, é construída a "Igreja de Nossa Senhora da Piedade" no distrito de Roseira, que na ocasião fazia parte de Guaratinguetá.
No ano de 1902, ocorre a instalação da Escola Complementar e depois da Escola Normal, para a formação de professores. Nesta época também há a criação do "Ginásio Nogueira da Gama" e do seu internato. A Escola de Comércio, Escola de Farmácia e a de Odontologia, são fundadas na cidade. Com a abertura das escolas, principalmente, da Escola Normal, Guaratinguetá torna-se na época, um importante centro de cultura, pois atraía para a cidade estudantes e professores vindos de diversas regiões do estado e de Minas Gerais.[12]
A rede de energia elétrica é inaugurada na cidade, em 1905, e com isso é instalado uma linha de bonde elétrico, ligando Guaratinguetá até o seu antigo distrito de Aparecida. O bonde deixa de funcionar em 1952.
Por volta de 1915, são inauguradas na cidade mais duas casas de espetáculos, o "Parque Cinema" e o "Cine Homero Ottoni". Ocorre também a criação do "Cine Teatro Central", e a formação da "Associação Esportiva de Guaratinguetá" e a criação do "Clube de Regatas" (onde hoje é a Câmara Municipal), além de um Derby e um Jockey Clube.
No século XX, também ocorre o declínio da produção de café no Vale do Paraíba. A cultura cafeeira cede lugar à prática da agropecuária extensiva. Começa a pecuária leiteira no município, e em poucas décadas, Guaratinguetá se torna uma das maiores bacias leiteiras do Brasil.
No ano de 1928, Guaratinguetá perde os territórios de Aparecida e de Roseira, e no ano de 1991, perde seu último distrito, o de Potim.
O desenvolvimento da economia do município, fez com que surgissem na cidade as primeiras associações de classe, como a "Associação dos Empregados do Comércio", a "Associação Comercial e Industrial de Guaratinguetá", a "União Produtora de Laticínios", a "Cooperativa de Laticínios de Guaratinguetá", a "Associação Agro-Pecuária", além da fundação de uma loja maçônica e de uma caixa rural.
Museu Frei Galvão.
Em 1914, a cidade começa seu processo de industrialização, com a fundação da "Fábrica de Cobertores e Companhia de Fiação e Tecidos de Guaratinguetá". Seis anos depois, Monsenhor Filippo, funda a "União dos Operários Católicos", e ainda a "Sociedade Operária de Guaratinguetá".
A partir dos anos 50, atividade industrial cresce em Guaratinguetá com a abertura da Rodovia Presidente Dutra, em 1951 e com a chegada de famílias mineiras, vindas da Mantiqueira, as antigas propriedades rurais transformam-se em fazendas de pecuária.[28] No parque industrial da cidade, juntamente com as industrias de laticínios, de fiação e de tecelagem, desenvolvem-se indústrias de produtos químicos, de mecânica pesada, de papel, entre outras.
Na área educacional, chegam à cidade o SENAC "Nelson Antônio Mathídios dos Santos", a FATEC (Faculdade Tecnológica), ocorre a criação do "Museu Frei Galvão" e "Museu Rodrigues Alves".Também nesta década é criada a Escola de Especialistas de Aeronáutica, dando grande impulso à economia da cidade.
[editar] Século XXI
No início do século, com a canonização de Frei Galvão, em 2007, a atividade turística começa a aumentar no município.
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Guaratinguetá
Pontos turisticos: não deixe de visitar em Aparecida
BASÍLICA VELHA Chamada de Basílica Velha, a Matriz Basílica de Nossa Senhora Aparecida é a guardiã da religiosidade e da fé do povo brasileiro. É o símbolo da Capital Mariana do País.
Os degraus de pedra de sua entrada já foram gastos pelos pés e joelhos dos milhões de peregrinos que por eles passaram. Inaugurada m 1745, passou por reformas e ampliações que estão sendo registradas nas diversas datas cravadas em suas imponentes paredes externas.
Construção do estilo barroco, a Matriz Basílica é conhecida pelos peregrinos como a antiga casa de Nossa Senhora Aparecida.
Até hoje é marco da história da fé que alimenta a cidade, com suas duas torres, os sinos em órgão que emociona nas missas e celebrações.
PORTO ITAGUAÇÚ Em Tupi-Guarani, Itaguaçu significa “Pedra Grande”. Antigo bairro das Pedras, é o local onde, na curva do Rio Paraíba, foi encontrada a imagem da Santa, e por isso recebe grande número de visitantes.
O lugar pertence a aquidiocese desde 1951. O Porto Itaguaçu foi transformado em atraente ponto turístico e a inauguração das novas instalações deu-se em 11 de outubro de 1997. O monumento Os Três Pescadores”, escultura do renomado artista Chico Santeiro,e sculpida em 1970, foi preservado.
A singela capela, obtida por inteligente recurso de uma parede de vidro atrás do altar, permite compor um ambiente ecológico religioso adequado a interiorização e à oração.
Completam a estrutura de recepção turística: iluminação, sanitários, água potável, local para se acender velas e segurança 24 horas.
Pode-se chegar até lá em um gostoso passeio de charrete e ainda subir ou descer o Rio Paraíba em passeio de balsa.
BASÍLICA NOVA Em 1980, ainda em construção, foi consagrada pelo Papa João Paulo II e recebeu o título de Basílica Menor. Em 1984, a Conferência Nacional dos Bispos (CNBB) declarou oficialmente a basílica de Aparecida, o Santuário Nacional.
De estilo neo-romântico, foi projetada pelo arqueiteto Benedito Calixto de Jesus Neto.
A basílica Nova conta, basicamente, com quatro naves juntando-se em cruz, em cuja interserção ergue-se a imponente cúpula.
Tem capacidade para abrigar de 45 a 70 mil romeiros.
IGREJA DE SÃO BENEDITO Foi inaugurada em 1924 e tem proporção modesta e encimada por uma única torre campanário.
Tem como seu maior destaque as figuras de anjos, esculpidas por Chico Santeiro, que enfeitam a porta e os berais da igreja.
Apesar de modesta, a igreja de São Benedito tranforma-se durante a festa de seu padroeiro, quando torna-se o maior centro de manifestações folclóricas-religiosas do Vale do Paraíba, recebendo milhares de peregrinos devotos do santo de todos os cantos do país.
São Bendito nasceu na Itália e sua fé e dedicação aos pobres fez dele um dos santos mais venerados do Brasil.
RELÓGIO DAS FLORES O primeiro relógio de flores do Vale do Paraíba, com 9m de diâmetro, foi inaugurado em 2 de dezembro de 2003, na Praça Victor Coelho de Almeida.
Nele estão plantadas mais de quatro mil mudas de todo o Brasil.
Junto ao relógio estão dois belíssimos painéis que retratam um pouco da história da cidade.
Os degraus de pedra de sua entrada já foram gastos pelos pés e joelhos dos milhões de peregrinos que por eles passaram. Inaugurada m 1745, passou por reformas e ampliações que estão sendo registradas nas diversas datas cravadas em suas imponentes paredes externas.
Construção do estilo barroco, a Matriz Basílica é conhecida pelos peregrinos como a antiga casa de Nossa Senhora Aparecida.
Até hoje é marco da história da fé que alimenta a cidade, com suas duas torres, os sinos em órgão que emociona nas missas e celebrações.
PORTO ITAGUAÇÚ Em Tupi-Guarani, Itaguaçu significa “Pedra Grande”. Antigo bairro das Pedras, é o local onde, na curva do Rio Paraíba, foi encontrada a imagem da Santa, e por isso recebe grande número de visitantes.
O lugar pertence a aquidiocese desde 1951. O Porto Itaguaçu foi transformado em atraente ponto turístico e a inauguração das novas instalações deu-se em 11 de outubro de 1997. O monumento Os Três Pescadores”, escultura do renomado artista Chico Santeiro,e sculpida em 1970, foi preservado.
A singela capela, obtida por inteligente recurso de uma parede de vidro atrás do altar, permite compor um ambiente ecológico religioso adequado a interiorização e à oração.
Completam a estrutura de recepção turística: iluminação, sanitários, água potável, local para se acender velas e segurança 24 horas.
Pode-se chegar até lá em um gostoso passeio de charrete e ainda subir ou descer o Rio Paraíba em passeio de balsa.
BASÍLICA NOVA Em 1980, ainda em construção, foi consagrada pelo Papa João Paulo II e recebeu o título de Basílica Menor. Em 1984, a Conferência Nacional dos Bispos (CNBB) declarou oficialmente a basílica de Aparecida, o Santuário Nacional.
De estilo neo-romântico, foi projetada pelo arqueiteto Benedito Calixto de Jesus Neto.
A basílica Nova conta, basicamente, com quatro naves juntando-se em cruz, em cuja interserção ergue-se a imponente cúpula.
Tem capacidade para abrigar de 45 a 70 mil romeiros.
IGREJA DE SÃO BENEDITO Foi inaugurada em 1924 e tem proporção modesta e encimada por uma única torre campanário.
Tem como seu maior destaque as figuras de anjos, esculpidas por Chico Santeiro, que enfeitam a porta e os berais da igreja.
Apesar de modesta, a igreja de São Benedito tranforma-se durante a festa de seu padroeiro, quando torna-se o maior centro de manifestações folclóricas-religiosas do Vale do Paraíba, recebendo milhares de peregrinos devotos do santo de todos os cantos do país.
São Bendito nasceu na Itália e sua fé e dedicação aos pobres fez dele um dos santos mais venerados do Brasil.
RELÓGIO DAS FLORES O primeiro relógio de flores do Vale do Paraíba, com 9m de diâmetro, foi inaugurado em 2 de dezembro de 2003, na Praça Victor Coelho de Almeida.
Nele estão plantadas mais de quatro mil mudas de todo o Brasil.
Junto ao relógio estão dois belíssimos painéis que retratam um pouco da história da cidade.
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Aparecida
História da cidade de Aparecida
Aparecida nasceu de um milagre, quando em 1717 os pescadores Domingos Garcia, Felipe Pedroso e João Alves pescaram no rio Paraíba do Sul a imagem de uma Santa Negra. Era época de pouca pesca, para servir um banquete ao governador de Minas Gerais e São Paulo, Dom Pedro Miguel de Almeida, que passava pela Vila de Guaratinguetá, os três pescadores lançaram sua rede ao rio. Primeiro, pescaram um corpo de imagem, sem cabeça, depois , ao jogarem novamente a rede, tiraram do rio a cabeça da imagem, que se encaixava perfeitamente ao corpo.
A pesca milagrosa da imagem de Nossa Senhora Aparecida era um sinal de que esta cidade seria abençoada.
Aparecida, com seus 121,2Km², tem hoje cerca de 37.405 mil habitantes. Gente que vive do comércio movimentado pela fé daqueles que vêm agradecer ou pedir graças à Santa Padroeira do Brasil.
Conhecida mundilmente, a Estância Turístico-Religiosa de Aparecida recebe anualmente milhões de pessoas, vindas do Brasil e do exterior.
Entre as festas que movimentam a cidade estão a de São Benedito, que acontece uma semana após a Páscoa, e a de Nossa Senhora Aparecida, que acontece de 03 a 12 de Outubro, com uma novena festiva na Basílica Nova, movimentando toda a região do Vale Paraíba.
No carnaval, a cidade oferece retiros espirituais, rebanhões e atividades profanas para aqueles que também buscam diversão sadia durante as folias de momo.
Em Aparecida existem vários prédios antigos, Seminários, Igrejas e Escolas que merecem ser visitados. Os pontos turísticos também são muitos, todos com infra-estrutura para atender de maneira adequada o romeiro que vem a Aparecida.
Para aqueles que gostam de diversão, a cidade oferece um parque temático, com brinquedos e atividades religiosas e culturais. No Santuário Nacional encontra-se um centro de apoio ao romeiro, com vasto comércio para todos os gostos.
Aparecida tem 19 escolas, entre particulares, municipais e estaduais, 04 unidades de saúde, 16 igrejas católicas e várias evangélicas e 01 autarquia municipal.
A cidade de Aparecida emancipou-se de Guaratinguetá em 17 de Dezembro de 1928.
A imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida é de terracota - argila, que depois de modelada é cozida em forno apropriado e mede cerca de 40 centímetros de altura.
A cor acanelada, com que hoje é conhecida, deve-se ao fato de ter sido exposta, durante anos, ao picumã das chamas das velas e dos candeeiros.
Segundo alguns especialistas, seu estilo é seiscentista.
Após ser estudada pelo Dr. Pedro de Oliveira Ribeiro, pelos Monges Beneditinos do Mosteiro de São Salvador (na Bahia), Dom Clemente de Silva Nigra e Dom Paulo Lanchenmayer, pôde-se afirmar que a Imagem é do século XVII.
Tarefa mais dificil foi determinar o autor da pequena imagem, pois a mesma não estava assinada.
Após longo estudo, resolveu-se atribuir a autoria a Frei Agostinho de Jesus (Monge Beneditino).
Caracterizam seu estilo: forma sorridente dos lábios, queixo encastoado, tendo no centro uma covinha, penteado, flores em relevo, broche de três pérolas na testa e porte empinado para trás.
Depois de ser pescada por três pescadores, em 1717, a imagem ficou em poder da família do pescador Felipe Pedrosos, durante 15 anos. Nessa época a imagem foi mantida na casa do pescador, onde as pessoas da vizinhança se reuniam para rezar.
A devoção a Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi crescendo no meio do povo e muitas graças foram alcançadas por aqueles que rezavam diante da imagem.
Em 1978, após o atentado que reduziria a quase duzentos fragmentos, a imagem foi encaminhada ao professor Pietro Maria Bardi - na época diretor do Museu de Arte de São Paulo que a examinou, juntamente com o Dr. João Marinho, colecionador de imagens brsileiras.
A imagem foi totalmente reconstituida pela artista plástica Maria Helena Chartuni, que na época era restauradora do Museu.
FONTE: Prefeitura Municipal de Aparecida
A pesca milagrosa da imagem de Nossa Senhora Aparecida era um sinal de que esta cidade seria abençoada.
Aparecida, com seus 121,2Km², tem hoje cerca de 37.405 mil habitantes. Gente que vive do comércio movimentado pela fé daqueles que vêm agradecer ou pedir graças à Santa Padroeira do Brasil.
Conhecida mundilmente, a Estância Turístico-Religiosa de Aparecida recebe anualmente milhões de pessoas, vindas do Brasil e do exterior.
Entre as festas que movimentam a cidade estão a de São Benedito, que acontece uma semana após a Páscoa, e a de Nossa Senhora Aparecida, que acontece de 03 a 12 de Outubro, com uma novena festiva na Basílica Nova, movimentando toda a região do Vale Paraíba.
No carnaval, a cidade oferece retiros espirituais, rebanhões e atividades profanas para aqueles que também buscam diversão sadia durante as folias de momo.
Em Aparecida existem vários prédios antigos, Seminários, Igrejas e Escolas que merecem ser visitados. Os pontos turísticos também são muitos, todos com infra-estrutura para atender de maneira adequada o romeiro que vem a Aparecida.
Para aqueles que gostam de diversão, a cidade oferece um parque temático, com brinquedos e atividades religiosas e culturais. No Santuário Nacional encontra-se um centro de apoio ao romeiro, com vasto comércio para todos os gostos.
Aparecida tem 19 escolas, entre particulares, municipais e estaduais, 04 unidades de saúde, 16 igrejas católicas e várias evangélicas e 01 autarquia municipal.
A cidade de Aparecida emancipou-se de Guaratinguetá em 17 de Dezembro de 1928.
A imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida é de terracota - argila, que depois de modelada é cozida em forno apropriado e mede cerca de 40 centímetros de altura.
A cor acanelada, com que hoje é conhecida, deve-se ao fato de ter sido exposta, durante anos, ao picumã das chamas das velas e dos candeeiros.
Segundo alguns especialistas, seu estilo é seiscentista.
Após ser estudada pelo Dr. Pedro de Oliveira Ribeiro, pelos Monges Beneditinos do Mosteiro de São Salvador (na Bahia), Dom Clemente de Silva Nigra e Dom Paulo Lanchenmayer, pôde-se afirmar que a Imagem é do século XVII.
Tarefa mais dificil foi determinar o autor da pequena imagem, pois a mesma não estava assinada.
Após longo estudo, resolveu-se atribuir a autoria a Frei Agostinho de Jesus (Monge Beneditino).
Caracterizam seu estilo: forma sorridente dos lábios, queixo encastoado, tendo no centro uma covinha, penteado, flores em relevo, broche de três pérolas na testa e porte empinado para trás.
Depois de ser pescada por três pescadores, em 1717, a imagem ficou em poder da família do pescador Felipe Pedrosos, durante 15 anos. Nessa época a imagem foi mantida na casa do pescador, onde as pessoas da vizinhança se reuniam para rezar.
A devoção a Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi crescendo no meio do povo e muitas graças foram alcançadas por aqueles que rezavam diante da imagem.
Em 1978, após o atentado que reduziria a quase duzentos fragmentos, a imagem foi encaminhada ao professor Pietro Maria Bardi - na época diretor do Museu de Arte de São Paulo que a examinou, juntamente com o Dr. João Marinho, colecionador de imagens brsileiras.
A imagem foi totalmente reconstituida pela artista plástica Maria Helena Chartuni, que na época era restauradora do Museu.
FONTE: Prefeitura Municipal de Aparecida
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